Podemos ser fortes como o Super-Homem ou Songoku, inteligentes
como Hermione Granger ou a Kim Possible. Podemos ser Reis ou Rainhas, Príncipes ou Princesas
jogar à bola como o Messi ou o Ronaldo e até cantar como a Shakira ou Beyoncé…
Basta apenas deixar a porta da imaginação aberta, para
que a ilusão possa entrar.
Na “nossa” infância começámos a rabiscar a nossa personalidade,
como se de um desenho se tratasse. É claro que nem todas as infâncias são felizes.
É certo, que ninguém tem infâncias iguais. Mas mesmo assim, não deixamos de ter
uma infância, e de a viver.
Foi aqui, na infância, que imaginámos o nosso futuro, que vivemos
as “nossas” primeiras aventuras, que abrimos os olhos para o Mundo, e que o
“Mundo” abriu os olhos para nós.
Por isso é que, hoje ou amanhã, seremos sempre, o
reflexo do espelho que foi a “nossa” Infância…
"Se levas a tua infância contigo, nunca ficarás velho." - Tom Stoppard
Nós queremos Criar Asas...
É importante manter a criança que há em nós bem viva: à medida que envelhecemos tendemos a ficar conformistas!
ResponderEliminarE sim, somos, sem dúvida, fruto de nossa infância! Como diz o outro: "Não bámos queimar etapes!" :b
Um abraço para todos
bom texto, Parabéns á equipa do blog Criar Asas
ResponderEliminarBeijinhos para todos
BrunaMatos
Aqui está um post muito interessante e curioso! Concordo totalmente quando mencionam que é nos primeiros anos que a criança começa a esboçar a sua personalidade e por esse motivo cada infância é singular. Assim, é importante que as crianças construam o seu próprio mundo através das interações que estabelecem com os membros do seu microssistema, desenvolvam os seus impulsos e experienciem práticas, o mais diversificadas quanto possível, pois são elas que coadjuvam na formação da sua própria personalidade. No entanto, nem toda a infância é sinónimo de sorriso, amor, inocência, carinho e educação. Dados recentes revelam que, em Portugal, a taxa de pobreza infantil ronda os 23% e que cerca de 48.914 crianças encontram-se em situação de trabalho infantil. São informações relevantes que nos demonstram que devemos continuar a lutar para que progressivamente estes valores venham a decrescer e para que esta etapa não seja vulgarizada mas valorizada.
ResponderEliminarConvido-vos a dispensarem uns minutos a ver este trailer de um pequeno documentário denominado “A Invenção da Infância”. Certamente que ajudará a valorizar pequenos semblantes muitas vezes inobservados.
http://www.youtube.com/watch?v=etSx-5a9Sm4
Isabel***
Por isso mesmo trabalhar com crianças e ao mesmo tempo complicado e fascinante...
ResponderEliminar