sexta-feira, junho 01, 2012

Retratos de infância

      É na infância, que “podemos fazer tudo aquilo que quisermos”:
Podemos ser fortes como o Super-Homem ou Songoku, inteligentes como Hermione Granger ou a Kim Possible. Podemos ser Reis ou Rainhas, Príncipes ou Princesas jogar à bola como o Messi ou o Ronaldo e até cantar como a Shakira ou Beyoncé…
Basta apenas deixar a porta da imaginação aberta, para que a ilusão possa entrar.
     Na “nossa” infância começámos a rabiscar a nossa personalidade, como se de um desenho se tratasse. É claro que nem todas as infâncias são felizes. É certo, que ninguém tem infâncias iguais. Mas mesmo assim, não deixamos de ter uma infância, e de a viver.
     Foi aqui, na infância, que imaginámos o nosso futuro, que vivemos as “nossas” primeiras aventuras, que abrimos os olhos para o Mundo, e que o “Mundo” abriu os olhos para nós.
Por isso é que, hoje ou amanhã, seremos sempre, o reflexo do espelho que foi a “nossa” Infância…

"Se levas a tua infância contigo, nunca ficarás velho."  - Tom Stoppard


     Nós queremos Criar Asas...

4 comentários:

  1. É importante manter a criança que há em nós bem viva: à medida que envelhecemos tendemos a ficar conformistas!

    E sim, somos, sem dúvida, fruto de nossa infância! Como diz o outro: "Não bámos queimar etapes!" :b

    Um abraço para todos

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  2. bom texto, Parabéns á equipa do blog Criar Asas
    Beijinhos para todos
    BrunaMatos

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  3. Aqui está um post muito interessante e curioso! Concordo totalmente quando mencionam que é nos primeiros anos que a criança começa a esboçar a sua personalidade e por esse motivo cada infância é singular. Assim, é importante que as crianças construam o seu próprio mundo através das interações que estabelecem com os membros do seu microssistema, desenvolvam os seus impulsos e experienciem práticas, o mais diversificadas quanto possível, pois são elas que coadjuvam na formação da sua própria personalidade. No entanto, nem toda a infância é sinónimo de sorriso, amor, inocência, carinho e educação. Dados recentes revelam que, em Portugal, a taxa de pobreza infantil ronda os 23% e que cerca de 48.914 crianças encontram-se em situação de trabalho infantil. São informações relevantes que nos demonstram que devemos continuar a lutar para que progressivamente estes valores venham a decrescer e para que esta etapa não seja vulgarizada mas valorizada.
    Convido-vos a dispensarem uns minutos a ver este trailer de um pequeno documentário denominado “A Invenção da Infância”. Certamente que ajudará a valorizar pequenos semblantes muitas vezes inobservados.

    http://www.youtube.com/watch?v=etSx-5a9Sm4

    Isabel***

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  4. Por isso mesmo trabalhar com crianças e ao mesmo tempo complicado e fascinante...

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